EMOÇÕES DO FUTEBOL DE PRAIA REGRESSAM ESTE FIM-DE-SEMANA

EMOÇÕES DO FUTEBOL DE PRAIA REGRESSAM ESTE FIM-DE-SEMANA

Vitória de Setúbal, em Sesimbra (Zona Sul), e Sesimbra e Charneca de Caparica, em S. João da Talha (Zona Lisboa), são as três equipas da AF Setúbal representadas na 2ª Fase do Campeonato Nacional de Futebol de Praia que arranca este fim-de-semana, com as duas primeiras jornadas da competição.

Na Praia do Ouro, em Sesimbra, a equipa do Vitória assume, sozinha, a representatividade da AF Setúbal, num grupo em que vai medir forças com o Sporting, Praia de Milfontes e Loures.

 

A ronda inaugural deste quarteto, que fará contas à qualificação na Zona Sul, começa este sábado, a partir das 17 horas, com o jogo Praia de Milfontes-Loures.

 

Às 18h30, entram em campo as equipas do Vitória e do Sporting, para disputarem um dos jogos mais aguardados desta fase da prova.

 

A jornada prossegue no domingo, com o seguintes desafios: Loures-Vitória (17 horas) e Sporting-Praia de Milfontes (18h30).

 

Recorde-se que a Zona Sul da competição, à semelhança do que já havia sucedido na primeira fase, conta com a organização da AF Setúbal.

 

 

DUPLA DA AFS EM LISBOA

 

No que respeita Sesimbra e Charneca de Caparica, ambas as equipas, depois de ganharem a qualificação par esta fase no areal de Sesimbra jogam agora no campo de S. João da Talha, em Lisboa.

 

Os sesimbrenses são os primeiros a pisar a areia, tal como os madeirenses do Nacional. Será o jogo de abertura da Zona Lisboa, marcado para as 17 horas deste sábado.

 

Às 18h15 é a vez de Charneca de Caparica e Belenenses estrearem-se nesta fase da prova.

 

Para domingo, os encontros referentes à segunda jornada são os seguintes: Sesimbra-Charneca de Caparica e Belenenses-Nacional.

 

A terceira e derradeira de ambas as zonas, está marcada para o próximo dia 23 de Agosto.

 

Recorde-se que apenas os dois primeiros classificados de cada uma das quatro zonas nacionais de qualificação garantem vaga na fase final. 

 

A análise do presidente da AF Setúbal à temporada

A análise do presidente da AF Setúbal à temporada

Joaquim Sousa Marques, presidente da direcção da Associação de Futebol de Setúbal, garante que a última época teve nota positiva. Ainda assim, em discurso directo, o dirigente assume dificuldades nas três modalidades, mas não hesita em elogiar a prestação das nossas selecções e não esquece a arbitragem e a segurança nos campos.

Notícias AFS - Que balanço, global, faz da última temporada das provas organizadas pela AF Setúbal?

Joaquim Sousa Marques - Positivo. Independentemente das dificuldades dos clubes e da conjuntura, verificou-se que não houve um decréscimo significativo do número de atletas. As provas decorreram com normalidade, mantiveram a competitividade e, portanto, face ao cenário imposto pela conjuntura nacional, considero que tivemos uma temporada positiva. Sem casos significativos, daqueles que nos deixam tristes. Há sempre um ou outro, que lamentamos, mas nada com uma gravidade excessiva que seja preocupante.

 

Principais destaques no futebol…

O nosso principal campeonato de seniores foi, mais uma vez, competitivo quase até ao final da prova, quer pela subida quer na discussão pela permanência.

 

Na segunda divisão o problema continua a ser o mesmo, ou seja a escassez no número de equipas. No entanto, independentemente desse facto, a prova é competitiva. A nossa análise é há muitos jovens que não conseguem praticar o escalão de seniores. Temos procurado combater essa realidade com algumas medidas, nomeadamente através do incentivo à inscrição de jogadores mais jovens. Contudo, é no escalão de seniores que se faz sentir as maiores dificuldades dos clubes.

 

Na formação continuamos a ter as provas muito concorridas e competitivas. Este ano, vamos tentar fazer uma alteração no futebol de 7, no sentido de procurar que algumas das melhores não fiquem pelo caminho mais cedo. São pequenos ajustes, que, talvez em 2015/16, venham a assumir outra dimensão no modelo competitivo, mas que ainda estamos a preparar.

 

E no futsal?

No futsal, o problema é ainda mais acentuado, em relação ao futebol, no que respeita à escassez de equipas. Recordo que na última época só começamos com quatro equipas seniores, numa taça. Depois conseguimos introduzir alterações, que garantiram um campeonato para seis equipas. Mas é, manifestamente, insuficiente. Penso que o futsal no distrito tem capacidade para crescer, há muito mais equipas a praticar o futsal sénior, mas que se vão espalhando por aqui e por ali, com competições mais concelhias. Desejamos que essas equipas venham para o seio da associação e renovem a sua dinamização, com o objectivo de engrandecer a competição.

 

Confio que voltaremos uma prova distrital forte. Trabalha-se bem no futsal. Recordo que esta época ano vamos ter uma equipa no primeiro campeonato nacional de sub-20, que esteve presente na final-four da competição de juniores e que diz bem do bom trabalho que os clubes fazem na formação. É preciso aproveitar esse trabalho nos escalões seniores, mas só será aproveitado com a possibilidade desses jovens competirem.

 

Consegue identificar o melhor da época?

Considero que o resultado e o corolário do trabalho dos clubes pode ser avaliado, também, pelo desempenho das nossas selecções distritais. E porque é significativo para nós, em função desse trabalho, destaco a nossa vitória no torneio inter-associações em futsal feminino, em sub-21. Somos uma associação pequena, com poucos atletas, com poucos clubes, mas independentemente dessa realidade, conseguimos formar um bom grupo de trabalho e atingir um feito ímpar. Além dessa proeza, não posso deixar de acrescentar também, como corolário do trabalho dos clubes, o excelente 3.º lugar que alcançamos no torneio “Lopes da Silva”, em futebol sub-14. Um resultado igualmente significativo, porque demostra que os clubes estão a trabalhar bem na formação e o reflexo também se mede nas selecções distritais, que, ainda, no patamar do futebol sénior, levaram o nosso nome à fase final do torneio nacional federativo.

 

E no lado menos agradável?

As agressões verificadas num jogo de futebol de iniciados (Fabril-Paio Pires) foi algo que marcou pela negativa e que desvirtua, totalmente, o futebol que é praticado no seio da nossa associação. Fomos igualmente confrontados com uma outra situação, completamente fora da normalidade, como foi aquele caso de um pai armado, no campo do Montijo. Episódios, felizmente, raros, que não se justificam em nenhuma categoria, mas ainda menos em competições ao nível da formação. Desejamos que não voltem a acontecer e que queremos erradicar do nosso futebol, definitivamente. Porque o que temos de promover é o fair-play e incutir nos nossos jovens esse tipo de valores.

 

Na última época, a direcção da AFS recebeu uma quantidade anormal de queixas dos clubes?

Há sempre um conjunto de questões que nos fazem chegar ao nosso conhecimento, mas nada fora do normal. O que aconteceu esta época foi uma maior inter-acção com os pais dos jogadores. A quantidade de comunicações que recebemos dos pais, muitas vezes até a fazerem queixas de treinadores e dos clubes, que é algo que não se justifica e que não contribui de facto para um bom serviço, numa situação promovida à margem dos clubes. É uma realidade nova. Não vou questionar se têm ou não razão, considero é que essas coisas devem ser tratadas no seio dos clubes.

 

Quanto à nossa comunicação com os clubes, temos sempre a porta aberta para o diálogo. Não temos sempre o dom da verdade e estamos a abertos a correcções. É desta comunicação que conseguimos fazer um futebol melhor.

 

Nós procuramos fazer um trabalho de independência relativamente aos clubes, tenham o nome que tenham, tenham a dimensão que tenham. O importante é que as provas corram com a normalidade desejada e a competitividade desejada.

 

AS NOSSA SELECÇÕES

 

Ainda sobre as selecções distritais. Sente que a representatividade da camisola da AFS começa a ganhar outro brilho?

Nós, anualmente, temos conseguido bons resultados com as nossas selecções. Na época finda, foi melhor do que em anos anteriores, mas o importante é que os clubes percebam que estas selecções existem para mostrar o seu trabalho e o dos jovens que com eles trabalham diariamente. Sabemos que quem veste a camisola da associação sente um motivo de orgulho, porque é um reconhecimento e representa estar, de facto, entre os melhores do nosso distrito.

 

A vitória das sub-21 no futsal sénior foi o mais importante de sempre para a modalidade e para o futsal da AFS.

Já vencemos outros torneios nacionais, mas no futsal, foi claramente o mais importante triunfo. Quando estas jovens, que sentem tantas dificuldades competitivas no plano regional, conseguem lutar com selecções mais fortes, algo de muito positivo deve ser assumido. Conseguiram formar um espirito guerreiro. Muito unidas. Sentiram muito a honra de vestir a camisola da associação e ganharam com inteiro mérito.

 

Ainda no plano competitivo, como analisa o 3.º lugar da nossa selecção de futebol de sub-14?

O resultado foi brilhante. É um torneio difícil. Os miúdos estiveram, pela primeira uma semana fora de casa. Depois é uma prova muito exigente em termos físicos, porque há jogos todos os dias e é sempre uma incógnita perspectivar o que pode acontecer. Estamos a falar de iniciados de primeiro ano, grande parte deles, sem hábitos competitivos muito apurados nos seus clubes. Esta selecção superou as expectativas. Tiveram um comportamento exemplar, estiveram em crescendo de jogo para jogo e foi por muito pouco que não conseguimos o acesso à final. Por um golo! Mas foi bom. O 3.º lugar conseguido perante uma associação como a de Lisboa que habitualmente é a vencedora do torneio, é muito meritório. Seria, igualmente, um bom corolário, a chamada de alguns dos nossos jovens para a convocatória da primeira selecção de sub-15 nacional. Reflectia o valor dos nossos atletas e do trabalho dos clubes.

 

A AFS co-organizou pela primeira vez na sua história, nos actuais moldes, a edição 2014 do torneio “Lopes da silva”. O que fica desta prova de confiança da FPF?

Foi uma prova de confiança e talvez um prémio pelo trabalho que os clubes a associação fazem em prol do desenvolvimento da formação. Para nós foi ainda mais importante, uma vez que foi no ano em que a federação assinala o seu centenário. Ficámos felizes, recebemos de braços abertos, e tivemos a colaboração fundamental da Câmara de Almada, além de todos os clubes locais, que cederam os seus campos para a prova. Não foi fácil organizar uma prova que trouxe até nós cerca de 600 pessoas, envolvidas em 22 equipas, mas tudo correu bem. Foi um bom momento para promovermos o futebol no distrito. Recebemos um reconhecimento geral pelo trabalho feito e isso deixa-nos satisfeitos.

 

OS CURSOS TÉCNICOS E A FEDERAÇÃO

 

Os regressos dos cursos de treinadores de futebol e futsal foram importantes?

Foi mau termos um longo intervalo. Em boa-hora os cursos foram reabertos, ainda que haja coisas a melhorar. Sabíamos que havia muita vontade das pessoas ganharem qualificação para fazerem melhor trabalho e o resultado será refletido nos jovens e nos clubes. Foi pena no futsal não termos conseguido avançar no II Nível.

 

 

No plano da arbitragem, a AFS continua a não ter um árbitro de futebol internacional.

De facto, não temos conseguido manter a nossa representatividade como noutros tempos. Há árbitros que tem abandonado, pelo limite de idade, e não temos conseguido fazer a renovação. Também as exigências são cada vez maiores.  

Todavia, a AFS através do seu Conselho de Arbitragem continua a fazer o seu trabalho. Os núcleos continuam a colaborar e vamos acreditar no trabalho que fazemos. Um trabalho que demora tempo.

 

O relacionamento institucional com a Federação está normal?

Está bom. Estamos todos unidos para trabalhar em prol do desenvolvimento futebol . Temos vindo a trabalhar num espírito de grande colaboração e o relacionalmente vai para além do institucional. As pessoas conversam, há abertura e trabalhamos pelo mesmo caminho., ainda que, naturalmente, não estejamos sempre em cordo com tudo.

   

TAÇA AFS PARA TODOS 

Em 2014/15, a Taça AFS  assume-se, pela primeira vez, como obrigatória para as equipas da I Distrital.

A partir do momento em que começou a fazer parte do nosso calendário oficial, e porque dá um apuramento directo para a Taça de Portugal, tínhamos que a tornar obrigatória.

Os moldes e o calendário em que a Taça AFS se disputa permite fazer uma pré-época em competição, que creio ser muito importante. Foi uma prova que começou com ‘pézinhos de lã’ e agora está enraizada.

 

A segunda edição da Taça Inter-distrital já tem data definida?

Vai ser no dia 16 de Agosto. Este ano, será disputada na Malveira, em função da alternância estabelecida entre as duas associações, porque a equipa representante da AF Lisboa foi o Atlético da Malveira.

 

A segunda distrital pode vir a ter mais equipas?

Não sei. Vamos ver a decisão de alguns clubes, que podem ver as virtudes de participar nesta prova ao invés de outras com menos relevo. Estamos sempre à espera que esta competição possa crescer. Sabemos que as dificuldades continuam a existir. Não alteramos as taxas há muito tempo, inclusivamente as taxas de arbitragem foram até reduzidas, mas não podemos baixar mais os custos, porque  os valores pagos pelos clubes são os custos que temos com a própria organização.

 

Que desafios tem a AFS para o futuro breve?

Queremos crescer. Queremos ver o futebol do distrito a crescer. Somos um distrito de futebol. Temos condições para isso. É isso que queremos proporcionar aos clubes. Na formação, mas também voltar a ter um papel de relevo no futebol sénior. Pensamos que os nossos jovens devem ter a oportunidade de fazer a sua evolução natural e chegar ao seniores, sem terem que travar a actividade depois de tantos anos ligados ao futebol, devido à falta de equipas.

 

O centro de estágio da AFS é um sonho que nunca passará disso?

Temos de ter os pés assentes no chão. Sonhar não custa. Mas a conjuntura actual não permite pensar nisso, para já. Está na gaveta, mas não está esquecido. Vamos esperar por novas oportunidades, porque a conjectura, de facto, não permite.

A GRANDE FESTA DO FUTEBOL DA REGIÃO ENCHEU O BARREIRO DE CAMPEÕES

A GRANDE FESTA DO FUTEBOL DA REGIÃO ENCHEU O BARREIRO DE CAMPEÕES

Estão entregues os troféus relativos à época 2013/14. A Associação de Futebol de Setúbal promoveu, no Barreiro, a cerimónia que distinguiu equipas, atletas e árbitros num evento recheado de entusiasmo.

O Auditório Municipal “Augusto Cabrita” acolheu na sexta-feira, a Festa de Encerramento das Actividades da AF Setúbal 2013/14. Na presença de meio milhar de espectadores a instituição distrital promoveu a tradicional  entrega dos troféus  às equipas campeãs nas competições organizadas pela AF Setúbal e homenageou as duas selecções distriais que mais se destacaram nas provas nacionais inter-associações, duas figuras ligadas à arbitragem e um atleta que esta época estreou-se ao serviço da Selecção Nacional.

 

De acordo com a iniciativa que já vem de alguns anos, a AF Setúbal realizou a cerimónia no concelho da equipa que vence o campeonato distrital de futebol sénior da I divisão. Em 2013/14, o título foi conquistado pelo GD Fabril, pelo que a prestigiada cerimónia decorreu no Barreiro. Evento para o qual foi garantida a prestimosa colaboração da Câmara local, na cedência do Auditório Municipal “Augusto Cabrita”.

 

 E, perante casa cheia, coube ao presidente do município barreirense, Carlos Humberto, as honras de abertura da noite festiva. «Bem-vindos ao concelho do Barreiro, uma terra de desporto e associativismo, com tradições no futebol. É igualmente uma terra de solidariedade e de trabalho. Desejo a todos os premiados que para o próximo ano possam voltar a ser distinguidos. Mas para nós, no Barreiro, o mais importante é ter muita gente a praticar desporto, muitos a praticar futebol, porque só com muita gente a dinamizar a prática desportiva é que haverá campeões. Campeões que saem de um trabalho de base. A todos, os que levam mais longe os nomes das suas terras um grande abraço e parabéns à Associação de Futebol de Setúbal», lançou o edil.

 

À saudação institucional do responsável do município, Joaquim Sousa Marques, presidente da direcção da AF Setúbal, registou a presença dos muitos presentes e lembrou a importância dos clubes filiados nos números que refletiram a dinâmica competitiva da nossa associação.

 

«Em primeiro lugar gostaria de agradecer a presença de toda esta grande família do futebol distrital e à Câmara do Barreiro, na pessoa do presidente, que não dispensou a sua presença nesta grande festa, por toda a colaboração, uma vez mais, para que este evento fosse possível realizar no concelho. Agradecer, igualmente, a presença dos demais convidados, que muito nos honram nesta festa do futebol distrital.» Começou por elogiar o dirigente associativo.

 

«Mais uma época termina, depois de um ano difícil, mas no qual os clubes souberam desenvolver o seu trabalho e o reflexo são os números apresentados. A AF Setúbal contou com 110 clubes filiados, 580 equipas que disputaram as provas organizadas pela nossa instituição e que estiveram envolvidas em  5670 jogos, através de 9534 atletas. Números a que se acrescentam os 360 árbitros que participaram nos desafios realizados nas modalidades de futebol e futsal. Isto são números significativos e, por isto, todos os clubes estão de parabéns pelo trabalho desenvolvido em prol das suas colectividades e do futebol distrital». Vincou Sousa Marques.

 

O líder da direcção da AF Setúbal não esqueceu a formação técnica. «Nesta época que agora terminou, foi possível reactivarmos  a formação de treinadores, que há muito estava suspensas. E desta forma, foi possível criar quatro cursos, que envolveram um total de 117 novos formandos, que garantirão aos clubes e às suas equipas, uma melhor qualidade para a prática das modalidades no nosso distrito. Continuamos, igualmente, com a formação dos árbitros, sector para o qual conseguimos formar mais 31 elementos».

 

«Destacamos ainda nesta época as nossas selecções distritais, em especial a selecção de futsal feminino de sub-21, qua foi campeã nacional e a de futebol masculino sub-14, que ficou no 3.º lugar do Torneio “Lopes da Silva”. Dois motivos de grande regozijo para a AF Setúbal, mas que resulta no trabalho fundamental que é desenvolvido pelos clubes.» Rematou, o presidente associativo, na sua intervenção de abertura da cerimónia.

 

Ao logo da noite, numa festa sempre muita animada e cheia de entusiasmo, superiormente, conduzia pelo apresentador Vítor Lima, diversos responsáveis dos órgãos sociais da AF Setúbal, subiram ao palco para entregar mais de 70 troféus aos campeões distritais e vencedores da Taça de Disciplina “Leopoldo Vilarinho”.

 

Nesta edição da gala de encerramento, a AF Setúbal reservou momentos para homenagear as duas selecções distriais referidas, bem como Ezequiel Feijão e António Candeias (pelos serviços prestados à arbitragem), e André Horta, futebolista do Vitória de Setúbal,  que registou a sua 1.º internacionalização por Portugal, na equipa de sub-18.

 

Eis algumas das declarações proferidas durante a cerimónia:

 

Aníbal Guerreiro, presidente do Conselho de Arbitragem da AF Setúbal

 

“Estes prémios são o corolário de uma época de muito trabalho no seio da nossa arbitragem. Todos os árbitros trabalharam bem e foram dedicados. Agradeço aos árbitros o contributo que deram à arbitragem e à associação e desejo que na próxima época tenhamos mais e melhores árbitros».

 

«Continuamos a precisar de árbitros para as competições. Temos assumido esse esforço e há que manter essa procura. Apelo aos clubes que incentivem os jovens que venham para arbitragem e que colaborem connosco neste desafio».

 

 

Ezequiel Feijão

 

«Agradeço esta homenagem que muito me orgulha. Desejo a todos os jovens árbitros que trabalhem, trabalhem, teórica e fisicamente, que frequentem os núcleos, porque os frutos dessa dedicação aparecerão com certeza».

 

António Candeias

 

«Estou grato por este reconhecimento, que dedico à minha família. Para os árbitros mais novos, desejo que desenvolvam esta actividade com todo o prazer, porque no futuro, em resultado do seu trabalho, irão colher o resultado dessa dedicação.»

 

Silveira Ramos, coordenador técnico nacional da FPF

 

«Esta selecção de futsal feminino da AF Setúbal foi composta por um grupo de raparigas que são um bom exemplo do desportivismo e do prazer de jogar futsal e são pioneiras. Pioneiras porque estão ligadas a um título inédito e daqui a muitos anos serão lembradas por este sucesso, que quero acreditar irá relançar o futsal no feminino nesta região. É uma grande felicidade para associação poder contar com este grupo de atletas e treinadores. Parabéns a todos».

 

Rui Manhoso, vice-presidente da FPF

 

«Agradecer o convite da AF Setúbal endereçado à Federação, e dizer que é uma honra poder participar nesta grande festa do futebol da associação. Uma instituição que tem trabalhado muito bem em nome do desenvolvimento do futebol nas camadas jovens, não esquecendo, que este trabalho só é possível porque existe uma série de dirigentes e treinadores nos clubes locais que muito contribuem para este resultado final. Parabéns a todos os que venceram e aos que não conseguiram esse objectivo, mas todos são a essência do desporto e do futebol português».

«Um grande torneio conseguido pela nossa selecção», afirma o vice-presidente da AF Setúbal

«Um grande torneio conseguido pela nossa selecção», afirma o vice-presidente da AF Setúbal

Armando Paixão, vice-presidente da AF Setúbal, responsável pela comitiva que representou a instituição no XX Torneio “Lopes da Silva”, diz que a nossa selecção sub-14 foi uma «agradável surpresa» e que podia ter vencido a prova. O dirigente associativo aponta elogios em várias direcções e faz uma revelação.

A selecção distrital de futebol de sub-14 da AF Setúbal registou o 3.º lugar na classificação final da XX edição do Torneio Nacional Inter-associações “Lopes da Silva”, que decorreu, entre 22 e 28 de Junho, em sete relvados do concelho de Almada. Um resultado histórico para as cores da associação que ainda pode vir a somar outro motivo de orgulho.


«A competição foi muito bem disputada. As selecções tidas como favoritas, desde cedo, mostraram grande qualidade e marcaram posição. Mas, creio que a nossa equipa, como foi comprovado, revelou ser uma agradável surpresa”. Começou por assinalar, Armando Paixão, histórico dirigente associativo que ao longo dos últimos anos tem liderado as selecções distritais da AF Setúbal.


Instado a avaliar o comportamento competitivo do nosso jovem selecionado, o responsável apontou os momentos chave. «Depois de entramos bem com duas vitórias, o terceiro jogo, frente a Braga, terá sido determinante para o futuro da equipa na prova. Uma partida em que os nossos jovens se portaram de forma extraordinária. Apesar do empate, conseguimos ser superiores e podíamos ter vencido um dos favoritos à conquista do troféu”.


Ao desfecho registado frente à congénere bracarense, seguiram-se nova igualdade, diante de Coimbra. «Foi a prestação menos conseguida. As coisas não saíram bem e acabaram por complicar as contas finais».


Todavia, Armando Paixão realçou a campanha evolutiva dos sub-14 da AF Setúbal. «Confiantes pela qualidade mostrada, a equipa acreditou que podia fazer uma grande classificação e o sonho de chegar à final era uma possibilidade cada vez mais real».


Faltou apenas mais um golo


À entrada para a o 5.º e derradeiro jogo, a AF Setúbal, face à conjugação dos resultados, precisava de vencer a Madeira, por uma margem de três golos de diferença para garantir a presença na final do torneio. «A sorte não esteve connosco. Por um golo isso não foi possível», lamentou o dirigente associativo.


«Jogamos muito bem, tivemos inúmeras oportunidades para conseguir os três golos necessários, mas só marcamos dois e ficamos fora da final». «Por tudo o que tínhamos conseguido antes, era um prémio merecido». E Armando Paixão vai mais longe: «Por aquilo que vi no jogo da final, entre Porto e Viseu, estou convencido que a vitória poderia ser nossa».


Contudo, as contas não permitiram alcançar o jogo do título, mas a AF Setúbal não deixou de escrever mais uma página dourada no seu historial.


Na partida de atribuição do 3.º lugar, frente a Lisboa, o desfecho favorável para a nossa equipa, depois de um nulo no final do tempo regulamentar, foi «inteiramente justo». «Podíamos ter marcado e evitado os penáltis num jogo em que nunca fomos inferiores a um adversário recheado de jovens do Benfica e do Sporting, que venceu esta prova, de forma consecutiva, nos últimos dez anos».


Recorde-se que 6-5 foi o resultado nas grandes penalidades.


«Este foi o melhor resultado de sempre em edições do torneio “Lopes da Silva”, no escalão sub-14», realçou o dirigente, depois da AF Setúbal já havia vencido, no futebol inter-associações, provas nacionais nos escalões de sub-15 e sub-18.


«Estão todos de parabéns. A equipa técnica liderada pelo Alexandre Santana fez um trabalho fantástico e inexcedível». Este é um prémio, acima de tudo, para o nosso futebol de formação do distrito. A AF Setúbal tem vindo a fazer um grande esforço ao longos dos anos para que estes resultados aconteçam. Mas a maior parte do mérito está nos clubes que formam os jogadores. Eles merecem todos os elogios pelo trabalho que desenvolvem», elogiou.



Resultados da Selecção

AF Setúbal de sub-14

 

1.º jornada (22 junho)

Campo de Jogos Beira-Mar Almada

AF Setúbal, 3 – AF Angra do Heroísmo, 0

Golos: Leandro Fernandes; Diogo Carvalha e Diogo Lopes.

 

2.º jornada (23 junho)

Campo de Jogos do Pragal

AF Guarda, 1 – AF Setúbal,2

Golos: Diogo Firmino e João Pereira

 

3.º jornada (24 junho)

Estádio Municipal José Martins Vieira

AF Setúbal, 1 – Braga, 1

Golo: Miguel Costa

 

4.ª jornada (26 junho)

Estádio Municipal José Martins Vieira

AF Coimbra, 1 – AF Setúbal, 1

Golo: João Vivas.

5.ª jornada

Campo do Cassapo (27 junho)

AF Madeira, 0 – AF Setúbal, 2

Golos: João Pereira e António Domingues.

 

Jogo atribuição do 3.º e 4.º lugares

Municipal José Martins Vieira

AF Lisboa, 0 – AF Setúbal, 0 (5-6 no desempate por grandes penalidades)

 

 

 

 

Classificação final:

1.º AF Porto; 2.º AF Viseu; 3.º AF Setúbal; 4.º AF Lisboa; 5.º AF Algarve; 6.º AF Braga; 7.º AF Coimbra; 8.º AF Santarém; 9.º AF Vila Real; 10.º AF Viana do Castelo; 11.º AF Ponta Delgada; 12.º AF Leiria; 13.º AF Évora; 14.º AF Portalegre; 15.º AF Aveiro; 16.º AF Beja; 17.º AF Castelo Branco; 18.º AF Madeira; 19.º AF Guarda; 20.º AF Angra do Heroísmo; 21.º AF Bragança; 22.º AF Horta.




Federação pode voltar a confiar


A realização do torneio no concelho de Almada, com a co-organização da AF Setúbal, acabou por ser mais um motivo de grande satisfação para os responsáveis associativos. «Foi um grande trabalho de conjunto. A federação, a associação, a Câmara de Almada e os clubes locais, que cederam os seus campos para o torneio, proporcionaram um grande evento. Devo sublinhar o papel dos dirigentes e colaboradores dos emblemas que sedearam a prova. Estiveram sempre presentes e prontos para ajudar ao longo do evento. A autarquia, por todo o apoio, fundamental, concedido, para que o torneio tivesse acontecido no concelho, e pela motivação que os seus responsáveis máximos libertaram aos atletas e dirigentes, foi um parceiro extraordinário».

Armando Paixão lembrou que não só de promoção do futebol viveu o torneio. «Fizemos visitas guiadas por alguns dos locais emblemáticos da nossa região e demos a conhecer as nossas potencialidades turísticas e económicas».


«A AF Setúbal honrou os seus pergaminhos. A federação poderá voltar a contar connosco para novas iniciativas do género», vincou o responsável.


Por outra conquista


Ao 3.º lugar conseguido pela selecção da AF Setúbal, um objectivo que suplantou as expectativas iniciais, um outro é muito ambicionado. «Queremos ver eleitos dois ou três dos nossos jovens para a primeira convocatória da nova Selecção Nacional de sub-15. Seria um premio mais que justo para a qualidade que os nossos atletas apresentaram e para os clubes que os formam. Vamos acreditar que isso vai acontecer».


Armando Paixão não rematou as suas declarações, sem fazer uma revelação: «No próximo dia 4 de Julho, no âmbito da Festa de Encerramento das Actividades 2013/14 da AF Setúbal, a realizar no Barreiro, vamos homenagear esta selecção de sub-14. Não foram campeões no relvado, mas para nós foram os grandes vencedores. Todos estarão na festa para receber uma distinção e fortes aplausos. Um apontamento que será extensível à nossa selecção de futsal feminino, que venceu brilhantemente o torneio nacional inter-associações, naquela que foi a maior conquista das nossas selecções esta época».

Selecção sub-14 faz história no torneio

Selecção sub-14 faz história no torneio "Lopes da Silva"

A selecção distrital da AF Setúbal ficou a um golo de chegar à final da edição 2014 do Torneio "Lopes da Silva". Ainda assim, o jovem seleccionado vai disputar, este sábado, o 3.º lugar da competição.

Aconteça o que acontecer, a selecção da AF Setúbal já entrou na história. Pela primeira vez, a nossa representação de futebol de sub-14 vai ficar entre os quatro primeiros classificados do maior torneio nacional de futebol jovem inter-associações.


Esta sexta-feira, no relvado do Campo do Cassapo, na Charneca de Caparica, a equipa venceu, por 2-0, a congénere da Madeira, mas nas contas finais da classificação, a diferença de um golo não permitiu a subida ao 2.º posto da tabela.


Num jogo em que a AF Setúbal foi claramente superior, além dos dois golos assinados por João Pereira e António Domingues, pelo menos mais três tentos poderiam ter sido concretizados, não fosse a manifesta falta de sorte dos jovens futebolistas da nossa região.


Desta forma, a equipa joga este sábado, às 9h30, no Estádio Municipal José Martins Vieira, na Cova da Piedade, frente à AF Lisboa. Um jogo em que os nossos atletas vão enfrentar o maior favoritismo da representação lisboeta, que venceu a prova nos últimos dez anos.


A final está marcada para as 11 horas, no Pragal. As selecções do Porto e Viseu vão medir forças pela conquista do título.




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